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O guia de tratamento de lesões esportivas

Colaborador
Scott Waugh, PT
Um homem com uma lesão no ombro durante uma partida de hóquei
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Scott Waugh, PT, é diretor clínico de fisioterapia da Mass General Brigham Sports Medicine e de fisioterapia esportiva do Massachusetts General Hospital. Ele também é coordenador de reabilitação do Boston Bruins e consultor do Boston Red Sox.

Ao longo de mais de 30 anos de carreira, tanto em ambientes clínicos quanto no trabalho com atletas profissionais, Waugh ajudou a desenvolver e aperfeiçoar protocolos para lesões esportivas importantes que podem ser adaptados às necessidades de atletas profissionais e amadores. Hoje, ele leva esse conhecimento para seu trabalho na Mass General Brigham Sports Medicine. Neste artigo, Waugh fala sobre protocolos de lesões, como o trabalho com profissionais influencia o atendimento de pacientes de todos os níveis e como é tratar pacientes na Mass General Brigham Sports Medicine.

Tratando os profissionais: O guia das lesões

Imagine que você é um atleta profissional que acabou de se lesionar e iniciou o tratamento. Sua equipe de cuidados acompanhou você durante a fase de diagnóstico, mas agora é preciso um plano para a reabilitação e o retorno ao esporte.

É aí que entram Waugh e sua equipe. “Quando você está pronto para voltar a jogar, digamos, uma partida de hóquei profissional, provavelmente já passou 3 ou 4 semanas patinando. Então entram em jogo a frequência, a duração e o nível de intensidade das habilidades. Eu organizo tudo isso. Sou eu quem define o plano de retorno ao esporte e, quando os atletas estão prontos, quando está tudo bem para voltarem.”

Waugh adota uma abordagem estratégica para tratar cada lesão. “Eu sempre uso a palavra ‘guia’”, diz Waugh. “Cada lesão que vemos tem um guia, ou seja, temos um plano e um programa definidos para praticamente qualquer lesão que você imaginar. Há etapas ao longo do caminho, há algoritmos para tudo isso e fazemos esse trabalho há tanto tempo que desenvolvemos esses guias. Não tratamos os pacientes apenas torcendo para que melhorem. Nós os ajudamos a melhorar.”

Como explica Waugh, o guia da lesão precisa ser adaptado às necessidades específicas de cada atleta. “Há etapas ao longo do caminho: como tratar a pessoa na fase aguda, como tratá-la na fase subaguda e como coordenar com o trabalho de força e condicionamento para manter o preparo físico. Ao mesmo tempo, tratamos as lesões para não ficarmos simplesmente esperando 6 semanas passarem. Certo: a lesão melhorou, mas agora o atleta perdeu o condicionamento e está fora de forma. Em outras palavras, há maneiras criativas de combinar o aspecto médico com o condicionamento físico, para que esses atletas profissionais mantenham um nível de elite enquanto tratamos a lesão. Depois, incorporo ao tratamento os aspectos de desempenho e retorno ao esporte.”

Adaptando o guia para atletas amadores

Trabalhar com atletas profissionais, como os do Bruins e do Red Sox, aperfeiçoou a abordagem estratégica de tratamento de Waugh e de sua equipe. “Ao lidar com profissionais, não deixamos nenhum detalhe de lado. Descobrimos todos os tratamentos que podem ajudar esses atletas; isso nos permitiu ser realmente estratégicos no atendimento clínico. Por exemplo, acabei de atender um jogador de futebol americano do ensino médio e, em 4 ou 5 minutos, conseguimos traçar um plano porque já fizemos isso com o Patriots. Há pouca necessidade de adivinhar porque aprendemos muito ao longo dos anos com os profissionais; fomos desafiados a garantir que os jogadores voltem com rapidez e segurança.”

Em outras palavras, essas estratégias, aperfeiçoadas sob pressão, tornaram Waugh e sua equipe mais versáteis. Como resultado, o guia de lesões, com algumas adaptações, mostrou ser eficaz para atletas de todos os níveis.

“Os guias para atletas amadores e profissionais são muito parecidos. O que muda um pouco é a intensidade. Com a população em geral, podemos ser menos agressivos”, explica Waugh. “As lesões melhoram com o tempo, mas, no esporte profissional, nem sempre há o luxo de esperar. Por isso, o plano de reabilitação é muito mais ativo e intenso para que os jogadores profissionais voltem o mais rápido possível, enquanto, para a população em geral, às vezes o processo pode ser mais gradual. Podemos encaminhar os pacientes que atendemos para programas mais acelerados ou menos acelerados, dependendo da lesão e do atleta.”

Na Mass General Brigham Sports Medicine, não tratamos os pacientes apenas torcendo para que melhorem. Nós os ajudamos a melhorar.

Scott Waugh, PT

  • Diretor clínico
  • Fisioterapia esportiva
  • Mass General Brigham

Atendimento de medicina esportiva de nível mundial na Mass General Brigham

Waugh e sua equipe de especialistas da Mass General Brigham oferecem a cada paciente atendimento avançado e de nível profissional.

“Na Mass General Brigham, temos uma equipe com enorme experiência”, diz Waugh. “Sabemos tratar lesões melhor do que ninguém porque fizemos isso mais do que ninguém. E temos uma organização que nos apoia. O fato de todos esses profissionais nos procurarem e confiarem em nós diz muito sobre o comprometimento do nosso programa e o alto nível de atendimento que conseguimos oferecer.”

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